O que me apetecia…?

O que me apetecia agora era uma francesinha do Eusébio.

Para mim (e para alguns vileiros) esta é a boa francesinha! Para o meu marido (mega) fozeiro, aquela maravilha nem pode ser considerada uma francesinha. Mas para mim, não me venham oferecer o molho a saber a cerveja e marisco. Do que eu gosto é daquele molho meio adocicado mas que faz cieiro nos lábios a encharcar a francesinha em baguete (em pão de forma fica ensopado de mais) com as batatas à volta – umas apanham molho, outras não. Delícia!

Quem me dera comer uma agora.

(Porque é que passo tanto tempo a pensar em comida? 🤔)

 

Tempo com amigos (com ou sem baby?)

Com a vida de trabalho mais tarefas de casa e a babylu, sobra pouco tempo para programas seja sozinhos, a dois ou com amigos.

Quando dizem que os filhos mudam tudo, mudam meeesmo tudo.

Por exemplo, dantes ia imensas vezes ao shopping à noite, depois do trabalho. Só para relaxar. Agora quase nunca faço isso.  Agora, quando consigo, quero ter programas ‘a sério’, que valham a pena – por exemplo, estar com uma amiga ou com o Tó ou tratar de outra coisa qualquer que precise.

Como o tempo livre é muito curto, considero que o tempo com amigos é também tempo de namorar. Sabe-nos bem e é super valioso. Portanto optamos sempre por deixar a Luisinha entregue a alguém.

Quase sempre que chegamos a algum lado, somos cumprimentados com a pergunta “não trouxeram a vossa filha?” e nós respondemos com um óbvio “naaaaaoo”… mas ultimamente tenho pensado que, desta forma os nossos amigos acabam por não a conhecer.. tanto é que temos amigos que nunca a viram! (Ela já tem mais do que 1 ano). É vergonhoso.

Por isto, este fim de semana, decidi que vou começar a levá-la para algumas coisas. Até porque ela é um bocado envergonhada e tem de começar a sentir-se à vontade com pessoas diferentes.

Comecei por levá-la ao OpenCalseberg que foi um evento de padel que houve no Porto e, embora ela não tenha reagido/respondido a ninguém, valeu a pena!

 

Voltar às rotinas

Esta semana que passou fugimos do forno que é a nossa casa e fomos passá-la a Vila do Conde. Aproveitamos também para estar com a família com mais tempo.

Para nossa alegria (not) a Luisinha decidiu dormir pessimamente. Para além de adormecer diariamente depois das 2h da manhã, acordava várias vezes ao longo da noite só porque sim.

(andávamos a ficar desesperados e bastante irritadiços da falta de sono)

A verdade é que, como ia ficar a passar o dia lá, não a tínhamos de a acordar de manhã por isso dormia até as horas que queria (10:30/11).

Voltamos para casa e estávamos com medo de como seria mais uma noite. Deixei-a brincar até as 23:00 e pu-la na cama com o ar mais natural do mundo. Despedi-me dela e vim para a sala. Até agora, silencio.

Nem acredito.

Estou deitada no sofá só a ouvir as teclas do pc do To.

L u x o

(espero não estar a falar antes do tempo)

Entregamos em casa – portes grátis na compra de dois

Não consegui comentar o assunto dos gémeos do Cristiano Ronaldo. Talvez porque goste genuinamente dele e me encha do clássico orgulho português de o ver jogar e conquistar o mundo!

Mas rendi-me ao comentário da Isabel Stilwell no Jornal de Negócios e não posso deixar de reforçar. Onde estão os defensores dos direitos da criança? Se o CR7 tivesse encomendado dois gatinhos talvez os ativistas da defesa dos animais encontrassem algum motivo para se indignarem e virem inundar os jornais e redes sociais.

Mas quando falamos de humanos… ninguém se chega à frente?

Existem inúmeras situações em que a hipótese de formas alternativas de ter filhos se podem discutir e não me refiro de todo a estas. Mas de que falamos aqui? Qual é, na verdade, a cena do Cristiano Ronaldo? Quer a todo o custo ter filhos mas não encontrou a mulher perfeita com quem os fazer? Quer ter filhos mas proteger-se para não dever nada a ninguém? Será apenas um capricho de quem é tão rico que lhe apetece e whatever?…

Estes bebés vão poder fazer tudo o que lhes apetece e serem mimados até ao tutano mas, será que um dia vão pedir ao pai para comprar uma mãe? Uma verdadeira mãe?

E, como não têm mãe, quem vai criar estas crianças? Onde é que vão viver? Ao pé do pai não me parece. Parece-me mais que o CR7 comprou mas é dois irmãos mais novos.

 

Ir para fora em trabalho

Mais uma vez estou a ir a Lisboa em trabalho. Quando vou, normalmente, fico de um dia para o outro. Custa-me, claro, ficar sem a Luisinha e sem o Tó e ter de fazer as viagens (sobretudo quando vou de comboio…!).

Mas tenho de admitir que há um fator maravilhoso que compensa tudo: dormir uma noite seguida! Can’t wait 🙂