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– as minhas escolhas desta semana –

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A vida antes de todos acordarem

Agora ponho despertador ao fim-de-semana para bem cedo e planeio fazer mooontes de coisas antes da Luisinha e o Tó acordarem.

Vou para a cama e começo a fantasiar com aquele tempinho em que só eu é que estou acordada e posso tomar o pequeno-almoço com calma e depois tratar de coisas que tenho para tratar em casa, como arrumar caixotes ainda da mudança de casa que estão no “quarto do bebé” que, para já, é mais “quarto dos arrumos”.

Às 7h dei o biberon à Luisinha, ainda estive indecisa se ficava a pé e começava o dia mas fiz uma máquina de roupa e voltei para a cama até o despertador tocar. Levantei-me, tomei o pequeno-almoço e fui começar a arrumar cheia de motivação! Comecei a arrumar e…….”Leonor, ela está acordada.”. Petrifiquei 1 seg, gritei para dentro “naaaaoooooooo” mas fui busca-la ao quarto, trouxe-a para a sala, brinquei um bocadinho com ela (há-que investir ao fim-de-semana para ela ter a certeza de quem é a mãe, já que há semana vê mais outras pessoas do que a mim).

Levei-a para o “quarto dos arrumos” e tentei arrumar. Mas já não é a mesma coisa, com ela consigo metade da produtividade. Mais um fim-de-semana se passou e não consegui fazer nada do que queria!

Agora começa uma nova semana e vai ser work work work. No próximo fim-de-semana volto a pensar nisso.

 

Working Mom

Depois de ter estado em pause 6 meses na minha vida profissional para me dedicar ao emprego mais difícil que já tive – ser mãe – voltei ao trabalho!

Estava ansiosa por voltar! Estive 6 meses “parada” e cheguei à conclusão de que, se um dia tiver outro filho, vou-me decidir pela licença mais curta porque tanto tempo sem trabalhar não dá para mim!

Estava ansiosa por voltar ao escritório, saber como andavam as coisas, que projetos tínhamos a acontecer, que novos desafios íamos ter… E nos últimos 15 dias de licença já passava a vida a cuscar o e-mail para me ir preparando.

Estava um bocado apreensiva com o meu regresso, sobretudo com as dinâmicas de deixar o bebé entregue a outros e tinha medo que ela sentisse a minha falta! Além disso, ouvi imensa gente a dizer que sofreu imenso nos primeiros dias por se separar do bebe e, por isso, estava na expectativa do que ia sentir. Mas não! Senti-me mesmo bem, com imensa vontade e tranquila relativamente à Luisinha. Está bem entregue! Lembro-me dela ao longo do dia e ligo à hora de almoço para saber como está.

Se me sinto culpada por não me sentir mal? Não. Trabalho porque preciso mas também porque gosto. Não tenho vocação para ficar em casa nem para ser mãe a tempo inteiro e nem por isso serei uma pior mãe, nem melhor. Vou ser (já sou) a mãe dela!

No final do dia, recuperamos o tempo perdido!

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