Pregnant’ tip

Quando estamos “de fora” é do senso comum sabermos que não vale a pena comprar muita roupa de grávida porque passa num instante e de um dia para o outro deixa de ter utilidade.

“Sim, sim”… Eu também sei isso e entre gravidezes apostolei o mesmo, até porque comprei algumas coisas no 3º trimestre da Luisinha e senti exatamente que não valeu a pena.

De qualquer modo, enquanto estamos grávidas, sentimos que é um processo eterno e que PRECISAMOS de ter coisas que se adaptem ao nosso corpo e que nos assentem bem. Porque é verdade que conseguimos desenrascar alguns trapos de “roupa normal” para nos cobrirmos mas que não nos fazem sentir giras.

Então, desta vez, experimentei fazer ao contrário – as roupas que comprei foram pensadas para ficarem bem e serem úteis depois da gravidez.

Comprei duas saias midi de elástico, onde cabe sempre a barriga mas também não fará falta quando não a tiver, comprei 3 camisolas oversize que compraria ainda que não estivesse grávida e dois vestidos compridos onde também cabe uma Leonor XL mas também caberá a XXS em que me vou tornar 🙂

Mas a melhor escolha que fiz foi as calças de maternidade. Destas não podemos fugir porque é impossível usar calças de ganga seja de que modelo forem durante a gravidez – pelo menos eu não consigo.IMG_0031

Na gravidez da Luisinha usei as calças normais com aquele pano todo para tapar a barriga. Desta vez comprei só umas calças de ganga com elástico na cintura que tenho usado over and over e que são super confortáveis!

E o melhor de tudo é que vão ser perfeitas para o pós-parto. Quando a Luisinha nasceu, durante o primeiro mês, usei as calças de grávida e senti-me sempre mesmo trapalhona porque todo aquele pano da barriga ficava a sobrar e eu enrolava-o nas ancas para não cair e sentia-me ridícula.

Comprei as minhas na Primark e queria comprar também as pretas equivalentes mas nunca encontrei tamanhos pequenos. Aconselho a 100%!

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Compras online – Blhac.

Diz que os “Portugueses gastaram mais de 10 milhões de horas em ecommerce no último trimestre de 2017” (22% acima do registado no mesmo período, no ano passado) – segundo o Grupo Marktest.

Eu fui um deles.

Fazer compras ou, pelo menos, passear nas lojas é terapêutico para mim, é crucial para o meu equilíbrio; por isso, quando fiquei de “repouso absoluto” por tempo indeterminado, fiquei confinada às compras online.

Nunca fui muito fã do ecommerce. Por várias razões:

  • por um lado porque “passear” nas compras em formato online não tem a mínima graça – temos quase sempre de escolher categorias e, depois, ver os produtos 1 a 1, postos em meio corpo de modelo e não conseguimos sentir o toque nem usufruir da organização de tons ou estilos, ou mini-coleções que encontramos nas lojas físicas.
  • por outro lado, tenho sempre a impressão de que a oferta online é muito mais reduzida do que nas lojas físicas – embora também existam as gamas exclusivas online.
  • por último e, embora me envergonhasse um bocado, confesso que tinha algum medo de que alguma coisa corresse mal na entrega ou na cobrança. Sentia-me um bocado old school por ter esta resistência.

(para além do inconveniente da ter de estar em casa para receber a encomenda mas que tinha resolvido, mandando entregar no escritório).

Tive de me contentar com este tipo de compras, até porque a Luisinha não tinha nada para vestir no inverno e eu fiquei de cama no início de setembro! Já tinha feito algumas compras antes e, nem sempre, tinha corrido às mil maravilhas.

Fiz então algumas compras em marcas mais conhecidas e solidificadas, como também em pequenas marcas “de instagram”. Recebi produtos de Portugal e de fora do país e, até agora, só tive stresses !!! Afinal, a minha resistência não era tão parva assim. Tinha razão de ser.

  • Desde ficar dias e dias à espera de uma encomenda, até que a marca me informou que foi devolvido aos correios porque ninguém abriu a porta de casa – lá fui eu aos correios, levar com uma fila de 15 pessoas, para ter de ouvir que os CTTs passaram em minha casa, bateram à porta, eu não abri e não me deixaram nenhuma notificação – eu tenho a certeza absoluta de que estava em casa no dia e hora indicados. Para além de que, paguei 3€ de portes – por isso, fiquei muito irritada por ter de lá ir levantar o pacote.
  • Continuo à espera de uma encomenda que fiz e paguei em Maio no site Zaful e que nunca recebi. Já trocamos vários emails e ainda não percebi o que aconteceu.
  • Recebi uma notificação de que os CTTs estiveram em minha casa na 6ª feira a uma hora a que eu não estava. A indicação que me deixaram foi de que tenho 2 dias úteis para ligar a agendar nova entrega; já tentei ligar 3 vezes para os CTTs, deixei-lhes mensagem para me ligarem de volta quando puderem, segundo indicações do atendedor de chamadas, às 11:30. Até agora, não me ligaram de volta.
  • O Tó encomendou uns vinis há 2 semanas que só chegaram hoje. Vieram de Londres… Não da China.

(E as trocas? E as desilusões que temos quando confrontamos o produto real com a imagem do site?…)

Portanto, não estou feliz com estas experiências. Mas, mesmo que corresse tudo perfeito, há um factor que o ecommerce não consegue substituir às compras presenciais que é a compra imediata; o ter o produto logo na mão e poder leva-lo para casa. Por isso, duvido muito que o ecommerce venha mesmo substituir as compras tradicionais. Pelo menos para mim, não tem absolutamente nada a ver! Continuo a preferir mil vezes ir ao shopping e poder passear pelas lojas. Ou se tiver mais tempo, ir às lojas de rua que adoro ainda mais.

E sou muito muito reticente em comprar naqueles sites, habitualmente, asiáticos, em que temos de esperar 40 dias para receber as compras em casa ! Não entendo como é que alguém tem interesse em escolher e comprar hoje um produto e recebe-lo quando a estação já está a acabar :p Mesmo que não seja roupa ou acessórios. Quando recebemos as encomendas já nem nos lembramos que tínhamos feito aquelas compras! E com jeitinho, até já tínhamos mudado de casa!

Volume e mais volumes !

Porque é que logo no inverno em que tenho o meu próprio volume natural vem a moda dos bolsos gigantes de pelo e pom-pons por todo o lado?

ADORO todas as camisolas e vestidos com volumes de pelos em bolsos ou mangas e ainda adoro mais os pom-pons mas este ano acho que vou optar por não usar ou por escolher muito bem o modelo…

Os meus dois modelos preferidos são estes da zara:

Não me dá jeito fazer compras agora anyway, já que acabámos de mudar de casa e fartamo-nos de ter despesas, portanto, paciência.

Quem puder, aproveite! Acho que estas tendências trazem imensa graça aos outfits mais cinzentos habituais do inverno !

Aquela tendência (literalmente) do momento

Como já disse antes, demoro algum tempo a interiorizar as tendências (mais diferentes) de moda até que, muitas vezes, acabo por adorar. Foram poucas as vezes que apareceu alguma tendência pela qual tivesse amor à primeira vista.

Neste processo, acabo por chegar atrasada a algumas e às vezes, nem chego em tempo útil de as incorporar no meu guarda-roupa.

A última é o estilo gingham (ou o padrão pic-nic). Está a bombar neste momento com todas as bloggers e it girls a esfregarem-nos com esta “toalha” aos quadrados e, já diz o ditado, “água mole em pedra dura, tanto bate até que fura”. Já começo a gostar – só nalgumas peças específicas.

Acho que, o que têm de comum, é o estilo solto e descontraído. Não gosto da aplicação deste padrão com cortes sexys (no caso das pencil skirts, por exemplo).

Anayway, continuo a achar que é daquelas coisas que se usa uma ou duas vezes e se enjoa por completo! Parece-me mesmo uma tendência (só) do momento e, infelizmente, não tenho budget para estes luxos. Por isso, como diria a minha amiga Katarina – “No money, no funny” 😦

 

#shopping

– as minhas escolhas esta semana –

O orçamento é cada vez mais curto e, por isso, tenho espreitado pouco as novas coleções para me defender da depressão que posso estar “a chocar” por não poder comprar (quase) nada.

Mas este fim de semana fui à MO comprar um casaco lindo de morrer que já andava a namorar há algum tempo (e a minha mãe ofereceu-me!) e apaixonei-me por uma saia midi plissada.

Vou andar cada vez mais fora do escritório em trabalho e tenho sentido imenso a falta de casacos de fora, por isso foquei-me em perceber que tipo de casaco precisava mais.

Já tenho sobretudo azul, preto e trench coat, por isso, cheguei à conclusão de que me dava jeito um casaco camel, de camurça ou pele. Mas tinha alguns requisitos:casaco_mo

  • não queria curto mas também não podia ser muito comprido por causa da minha altura.
  • o material teria de ter bom aspeto porque vou usar em trabalho.
  • idealmente teria pelo para dar alguma graça – mas o pelo tinha de ter bom toque
  • preferia com bolsos porque dá-me sempre mais jeito.

E acho que encontrei o casaco perfeito!

 

saia-plissada

 

 

Decidi não trazer a saia porque acho que já começa a enjoar. Embora esta fosse perfeita – gostei imenso por ser cinzenta e por ter um ar sporty mas sem ser desarranjado. Mas toda a gente já tem uma saia midi plissada e eu não encontrei a minha a tempo! Por isso, não comprei. Mas continuo a pensar nela…

Adoro as coleções Outono/Inverno! Muito mais do que as de Verão!

#shopping

– as minhas escolhas esta semana-

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Tenho imensa tendência para comprar peças statement – ou com padrões ou um corte diferente ou cores fortes e difíceis de conjugar. E tenho sentido falta de peças com tons mais neutros, sobretudo para o trabalho. Preciso delas para conjugar com peças mais marcantes e porque, como o orçamento é (cada vez mais) curto, tenho de investir em peças que não “cansem” tanto.

Esta semana estas foram as minhas escolhas:

  • Colete – Stradivarius – há em várias cores e dá um ar cool a um outfit básico
  • Camiseiro branco – H&M – normalmente não compro camiseiros porque sou baixa e sinto-me sempre perdida por baixo de uma peça tão grande, mas este, acho que tem o tamanho ideal
  • Botins – Primark – Não sou (ou era) cliente Primark mas no inverno passado as minhas botas e botins estavam todos a dar as últimas e já sabia que ia ter de investir este ano. Como são sempre peças mais caras e eu gosto imenso de variar, optei por comprar estes na Primark (por 21€!) que achei uma boa aposta – cor absolutamente neutra, são botins rasos mas têm um bocadinho de tacão (que para mim é muito preciso) e têm o detalhe dourado à frente que lhes dá melhor aspeto.

Sou cada vez mais apologista de andar arranjada e cuidada no trabalho e tenciono apostar mais nisso.